segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ánalise Metal Gear Solid 3 Snake Eater-PS2

Jogadores que terminaram "Metal Gear Solid 2" devem ter esperado ansiosamente por esse momento - a conclusão da trilogia "Solid" da série. Em meio a rumores, especulações, boatos, dúvidas e muitas, mas MUITAS expectativas, "Snake Eater" vira a série de cabeça para baixo e surpreenderá muita gente.

Este derradeiro episódio da saga abandona pela primeira vez o costumeiro "futuro próximo" e volta no tempo, se ambientando em plena Guerra Fria - mais precisamente, em 1964, alguns anos depois da crise dos mísseis nucleares cubanos. O novo ambiente muda diversos elementos tradicionais da série: nada de radar Soliton, prédios modernos, robôs gigantes, e tendo em vista que o protagonista Solid Snake só virá a nascer dez anos depois, o game ganha um novo herói - que os fãs mais ardorosos já devem saber quem é.

É uma selva lá fora!

Os primeiros minutos da aventura prometem ser um martírio para quem estava acostumado com o jogo anterior. A ausência de um radar, ambientes orgânicos (sem "cantos de parede" para ficar bisbilhotando), um sistema de câmera diferente e a necessidade de se preocupar com camuflagem, alimentação e ferimentos deixa o jogo bem mais lento do que o normal. O choque promete ser grande - o suficiente para que os menos dedicados fiquem frustrados a ponto de desligar o console.

Grande parte do problema está na criação de uma nova interface, a "tela de sobrevivência". Essa tela, que funciona como um menu de pausa similar ao do rádio, oferece muitas novidades e é um dos grandes culpados desse choque inicial.

Quase um escoteiro mirim

O protagonista do jogo ganha uma nova barra ao lado da energia, que mede sua resistência (pense nisso como o cansaço do herói). Movimentos como andar sem fazer barulho ou nadar consomem mais rapidamente essa barra, que é preenchida quando o herói se alimenta. Com exceção de um item, não é possível recarregar diretamente a energia do personagem, que se regenera mais rapidamente quando a barra está cheia. Falta de resistência ("stamina" no jogo) também acarreta uma série de outros problemas - as mãos de Snake tremem quando ele tenta mirar e seu estômago ronca, chamando atenção dos inimigos.

Para manter o espião bem nutrido é preciso caçar na grande fauna e flora disponíveis nos muitos ambientes da aventura. A caça pode ser morta ou enjaulada - nesse último caso, elas não estragam -, mas você pode levar um número menor delas. Criaturas vivas também podem ser arremessadas contra soldados para assustá-los.

Como o herói passará por florestas, pântanos, cavernas, montanhas, bases militares e outros lugares, ele conta com diferentes camuflagens e pinturas faciais para se mesclar com o ambiente. A maioria dessas cores será encontrada durante a missão (e, eventualmente, através de download - no lançamento, só existem duas disponíveis) e incluem algumas combinações engraçadas, típicas da mente do criador Hideo Kojima.

O terceiro pilar de "Metal Gear Solid 3" é o sistema de cura. Durante suas aventuras, Snake irá quebrar ossos, ter balas alojadas em seu corpo, ser perfurado por flechas, ficar envenenado, se queimar e até pegar um resfriado ou ficar com indigestão. Para isso, jogadores terão acesso a um kit de primeiros socorros virtual, que pode ser acessado a qualquer momento para resolver eventuais problemas de saúde.

Finalmente, jogadores ganham acesso a um novo sistema de luta, o "Close Quarters Combat", ou CQC. Criado pelo protagonista em conjunto com a personagem The Boss, ele permite que inimigos pegos de surpresa sejam manipulados de diversas maneiras: eles podem ser usados como escudos humanos, interrogados ou terem suas gargantas cortadas.

Muito barulho por nada

A adição de todos esses elementos tira um pouco da elegância da série, devido a alguns problemas em sua execução. Como o tempo fica congelado enquanto você acessa o rádio ou a tela de sobrevivência, isso cria algumas situações inusitadas. Você pode estar sendo perseguido com um braço quebrado e três balas alojadas no peito e cabeça (e isso em nada afeta o desempenho do herói, fora diminuir sua energia total), pausar o jogo, retirar as balas, desinfetar os ferimentos, fazer uma sutura, colocar uma tala... e voltar para o mesmo ponto da perseguição como se nada tivesse acontecido. O mesmo vale para a camuflagem (você pode até trocar de roupa se ela estiver pegando fogo durante uma luta contra chefe).

Essa decisão faz todo o sentido em termos de jogo - não interromper o tempo e afetar as habilidades do personagem deixaria "Metal Gear Solid 3" quase impossível. Mas a mistura de realismo extremo e fantasia parece um pouco bizarra - além de atrapalhar parte do ritmo da aventura com tanto "pause e volta".

Por isso mesmo, em sua dificuldade normal, é possível ignorar grande parte desses novos sistemas. Quem esperava uma verdadeira revolução com essas novidades provavelmente ficará decepcionado. O resultado final é um grande bolo de opções que não atrapalha, mas também não ajuda muito.

Vale notar também que o novo sistema de câmera resulta em algumas situações frustrantes, mas no geral faz um bom trabalho. Travar a câmera em ângulos modificados diminui parte do problema. Os jogadores acostumados com as altas taxas de quadros da série ficarão decepcionados em saber que ela é bastante instável em "Metal Gear Solid 3", mas nunca a ponto de prejudicar a ação.

Pé na tábua

Mas uma vez que você deixe as novidades para trás, e passe pelos momentos desajeitados de adaptação, o game começa a surpreender a cada minuto que passa. O ritmo da aventura fica cada vez mais dinâmico e eventualmente frenético. Jogadores dificilmente encontrarão um game em que o nível de empolgação cresce em escala geométrica como acontece aqui - uma mistura da ação, trama e surpresas do game.

Por falar na trama de "Snake Eater", ela é escrita com maestria, relacionando eventos históricos, momentos importantes da série e amarrando tudo com inúmeras referências culturais e muita criatividade. As cenas quase-não-interativas (mais sobre isso adiante) não apenas são dirigidas com qualidade de cinema, mas fazem parecer que o jogo está rodando em um videogame mais poderoso que o PlayStation 2. Some isso a um final com uma perseguição que deixa Hollywood no chinelo e você sabe que Kojima tem grande talento nas mãos.

Apesar de bastante coerente, a história acaba tropeçando em muitas contradições com a cronologia de games anteriores à era Sony (em uma escala maior do que aconteceu em "Metal Gear Solid 2"). Não chega a ser uma falha grave, visto que a maioria dos problemas é em relação aos dois games originais para MSX, mas não deixa de valer uma menção.

Como nos demais jogos da série, é possível encontrar segredos e novidades com cada jogada sucessiva. Existem dezenas (senão centenas) de truques, detalhes e outros elementos que passarão desapercebidos na maioria das vezes. Alguns desses aspectos estão relacionados à possibilidade de assistir partes das cenas quase-não-interativas do ponto de vista do protagonista - e são um dos pontos altos do game. Até os créditos de abertura são interativos!

Mas seria um desrespeito não mencionar as batalhas contra chefes. Os membros da unidade COBRA de Boss são alguns dos mais criativos e excêntricos personagens já vistos em um videogame, e seus confrontos prometem trazer a originalidade que caracterizou a série. Falar mais arruinaria a surpresa.

Bis!

Apesar de ser quase totalmente linear e ter menos extras que outros games da série "Solid", jogadores terão motivos de sobra para querer jogar novamente. Além de caçar segredos, existem 64 sapos escondidos na aventura, um em cada tela (infelizmente, eles substituem as Dog Tags, ausentes aqui). Não é o suficiente? Não tem problema: existem diversas maneiras de resolver cada desafio do game, permitindo que os mais tradicionais suem a camisa, e os mais ousados e criativos se esforcem menos. Isso é especialmente verdade em se tratando dos chefes, mas se aplica em diversos outros momentos.


Fonte da ánalise:
Jogos UOL

Guitar Hero 6 - Warriors of Rock


Novo Guitar Hero 6!!!!


O novo jogo lançado oficialmente dia 28 de Setembro de 2010 guitar hero 6, desta vez contará com novos artistas e um deles é o famoso, idolatrado, inegualavel: Gine Simons. O carinha da língua enorme do kiss, e ainda vem contando com novas e um arsenal enorme de musicas. O jogo está disponível para: Wii/360/PS3


Até o Próximo post.



sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Está provado que o PS3 tem melhor grafico

Comparando em questões gráficas o PS3 tem um gráfico melhor que o XBOX360, porém algumas falhas, se você tem os dois consoles, tente liga-los e fazer uma espécie de jogo de 7 erros. Você vai notar falhas graves, como falta de objetos, árvores, carroças... Curta ae:


Faça a sua comparação. E escolha entre gráficos bons ou detalhes perfeitos.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

PS2-Códigos e Análise The Sims 2

Análise

Não é raro ouvir questionamentos a respeito do sucesso de "The Sims", vindos normalmente de jogadores mais experientes que questionam o aspecto enjoativo ou "bobinho" da série. O fato é que o best-seller criado por Will Wright, desde a sua concepção, voltou-se ao público casual. Em outras palavras, aquela sua irmãzinha, que nunca deu bola para game nenhum, adora "The Sims".

Por essa razão, em seis anos a série tornou-se a mais vendida de todos os tempos no PC, recebendo um sem-número de expansões e, então, quebrando as barreiras do mouse e teclado e migrando em versões para videogames, inclusive os portáteis. Com "The Sims 2", foi necessário pouco mais de um ano, mas agora os proprietários de GameCube, Xbox ou PlayStation 2 já podem experimentar o título.

No PC, "The Sims 2" voltou verdadeiramente revigorado, não apenas pela novíssima tecnologia gráfica em 3D que faz com que nos sintamos dentro de um seriado televisivo, mas também pelo sistema de transmissão de carga genética, criando verdadeiras árvores genealógicas de Sims. Isso sem falar no ciclo de vida dividido em várias etapas, nas aspirações etc etc etc.

Desencanto

Nos consoles, a carruagem se transformou em abóbora. Não que jogar "The Sims 2" no joystick seja uma experiência ruim, mas está longe do encanto proporcionado pelo jogo nos computadores - o "Sims Mode", com uma jogabilidade mais livre, seria o mais próximo disso, mas ainda sim sem tanto brilho.

Mas é no "Story Mode" que se concentra a maior parte da experiência com "The Sims 2" para os videogames. Porém, logo início se percebe como são limitadas as opções de customização dos personagens, uma vez que já são oferecidas versões prontas dos Sims e apenas no decorrer do game é que se consegue promover algumas modificações.

Escolhido um nome, aparência física, signo e aspiração para o Sim, imediatamente o jogador é atirado em uma casa, que divide com outros Sims controlados por inteligência artificial, ali devendo cumprir uma série de objetivos, que variam justamente de acordo com a aspiração selecionada - são cinco delas: romance, dinheiro, conhecimento, popularidade e criatividade.

Na prática, ironicamente o "Story Mode" de história mesmo não tem quase nada. Não demora muito tempo e logo o jogador se vê naquela repetitiva roda-viva de ir ao banheiro, fazer o jantar, socializar, dormir, acordar, ir ao banheiro, comer, trabalhar, socializar... Tudo para ganhar pontos e dinheiro, que servem para comprar objetos bacanas que farão as barrinhas do Sim ficarem cheias mais facilmente.

Não que "The Sims 2" seja de todo tão enfadonho. Na verdade, o sistema de aspirações, assim como no PC, ajuda a variar um pouco as coisas. Então, se você tiver escolhido romance, por exemplo, terá que rebolar para conseguir pegar todas as moçoilas (ou moçoilos) da vizinhança, enquanto os que tiverem optado pela aspiração dinheiro terão que suar para obter promoções no trabalho.

Naturalmente, tudo tem o seu lado bom e o seu lado ruim: se o seu Sim garanhão levar um "fora" de uma pretendente, por exemplo, perderá pontos de aspiração e, acredite, muitas experiências negativas desse naipe não são nada boas, já que os seres virtuais têm especial aversão ao fracasso e à rejeição. O mesmo vale para o Sim com aspiração para o trabalho que, eventualmente, for demitido.

De qualquer forma, ao menos o jogador não poderá se queixar quanto a não ter nada para fazer, já que o game mantém vários objetivos simultâneos e tão logo você cumpra algum, outro já aparece no lugar. Caso você dê conta de vários deles em intervalos curtos de tempo, seu Sim entra em modo "ouro" ou "platina", colocando em evidência suas habilidades. É possível também visitar diferentes locais pela vizinhança mas, curiosamente, estes têm quantidade menor de Sims se compararmos com versões anteriores.

Limitações

A movimentação dos Sims lembra muito um jogo de ação em terceira pessoa. Na versão para PlayStation 2, a alavanca analógica esquerda movimenta o personagem, enquanto a direita controla a câmera e o zoom. Com o direcional, navega-se pelas ações e menus, e os botões selecionam (ou cancelam) as opções desejadas. Em suma, um sistema funcional e de fácil adaptação.

Contudo, não é apenas a movimentação que faz "The Sims 2" parecer um game de ação em terceira pessoa: a inteligência artificial, como era de se esperar, tem qualidade um tanto inferior se comparada a do PC, o que torna a jogabilidade muito previsível e limitada. Com isso, o jogo corre o sério risco de entediar rapidamente - muito mais que no PC, pode apostar: "faça amizade com o Sim X", "beije o Sim Y", "faça suas necessidades no banheiro", "pule na cama elástica"... até onde (e quando) isso é divertido?

E, nesse ponto, vale relembrar: estamos falando de um modo "Story", que não tem mesmo um enredo. Se você for o tipo de jogador fanático por destravar itens e opções de customização dos Sims, pode até gostar da fórmula. Do contrário, o potencial de divertimento de "The Sims 2" fica seriamente comprometido em questão de poucas horas.

O modo Freeplay dá a impressão de ir por um caminho diferente, mas não passa mesmo de uma impressão. Embora você possa construir sua bela casinha e personalizar família, mais hora menos hora acaba-se caindo no mesmo esquema do Story.

Mas nem tudo é má notícia: apenas com "The Sims 2" você poderá demonstrar suas habilidades culinárias, graças a um sistema que permite escolher os ingredientes de sua refeição. Além disso, o Sim pode utilizar em suas experiências de mestre-cuca ingredientes e vegetais que encontrar pelo jogo. Treinando a habilidade na cozinha, até poções mágicas de efeitos variados podem ser preparadas. Ok, não é nada revolucionário, mas não deixa de ser uma novidade.

Outro recurso que pode valer a pena fica é o suporte para dois jogadores via tela dividida, contrariando um pouco o estigma que "The Sims" carrega de "jogo solitário" - ainda mais depois da mal-sucedida experiência com "The Sims Online" nos computadores. No PlayStation 2 ainda é possível tirar fotos com a câmera EyeToy e importá-las para dentro do game.

Graficamente, "The Sims 2" se sai bem. Mesmo no final do ciclo de vida dos consoles, o visual traz novos efeitos visuais e texturas melhoradas para cenários e Sims, com aquele clima descontraído e cheio de cores vivas conhecido da série. Os objetos também foram modelados na medida certa, o que o jogador pode conferir facilmente através do zoom.

A trilha sonora mantém a variedade também conhecida por quem joga a série, misturando vários ritmos e resultando até em algumas melodias exóticas. O idioma, como não poderia deixar de ser, é o bom e velho Simlish.

Fica pra próxima

Definitivamente, "The Sims 2" não ficou tão bacana nos consoles quanto no PC. Talvez até valha a pena para os fãs inveterados da série da Maxis. Do contrário, a probabilidade de se frustrar rapidamente com a repetição e as limitações já expostas do título é bastante alta.

Se a experimentação com "The Urbz", comparado ao "The Sims" original, deu certo, infelizmente o mesmo não pode ser dito agora, pois a conversão das novidades de "The Sims 2" para computador se perdeu quase que totalmente no GameCube, PlayStation 2 e Xbox. E aí temos praticamente um retrocesso.
 


Códigos

Dinheiro(Simoleons): R1, L1, R2, Direita, Esquerda
Desbloquear todos os lugares: Bolinha, L2, Esquerda, Bolinha, Cima, Bolinha
Aumentar Nível das Habilidades: triangulo, Bolinha, Quadrado, R2, Esquerda
Todos os Objetos:  Pause o jogo e aperte L2, Bolinha, Baixo, Esquerda, Cima.
Todas as Receitas:  Pause o jogo e aprete R2, Quadrado, Cima, Baixo, Direita, X.






Fonte da análise:Jogos.uol.com.br

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

PC GTA SA

Codigos e Dicas:

LXGIWYL - Pack de armas 1
KJKSZPJ - Pack de armas 2
UZUMYMW - Pack de armas 3
WANRLTW - Munição ilimitada sem recarga
NCSGDAG - Nivel máximo de habilidade em todas as armas
HESOYAM - Saúde + Armadura + 250 mil dólares
AIYPWZQP - Pára-quedas
YECGAA - Jetpack (Mochila a Jato)
OUIQDMW - Mira dentro do carro
Carros
AIWPRTON - Aparece o Rhino (Tanque de Guerra)
CQZIJMB - Aparece o Bloodring Banger
JQNTDMH - Aparece o Rancher
PDNEJOH - Aparece o Racecar
VPJTQWV - Aparece outro Racecar
AQTBCODX - Aparece o Romero
KRIJEBR - Aparece o Stretch
UBHYZHQ - Aparece o Trashmaster (caminhão de lixo)
RZHSUEW - Aparece o Caddy (carro de golf)
JUMPJET - Aparece o Hydra (avião de guerra)
KGGGDKP - Aparece o Vortex
OHDUDE - Aparece o Hunter
AKJJYGLC - Aparece o Quad
AMOMHRER - Aparece o Tanker Truck
EEGCYXT - Aparece o Dozer
URKQSRK - Aparece o Stunt Plane
AGBDLCID - Aparece o Monster
CPKTNWT - Explode todos os carros
COXEFGU - Todos os carros com nitro
XICWMD - Carros invisíveis
PGGOMOY - Direção perfeita
JHJOECW - Salto grande com a BMX
VKYPQCF - Táxis com nitro e super uspensão
VQIMAHA - Nível máximo de habilidade em todos os veículos


Saúde e Status

BAGUVIX - Saúde infinita
CVWKXAM - Oxigênio infinito
OGXSDAG - Nível máximo de respeito
EHIBXQS - Nível máximo de "Sex Appeal"
AEDUWNV - Jogador não sente mais fome
BTCDBCB - Jogador gordo
KVGYZQK - Jogador magrelo
JYSDSOD - Jogador fortão
LFGMHAL - Mega salto
IAVENJQ - Mega soco


Clima e Tempo

AFZLLQLL - Clima limpo
ICIKPYH - Clima muito limpo
ALNSFMZO - Clima nublado
AUIFRVQS - Clima chuvoso
MGHXYRM - Temporal
CFVFGMJ - Neblina
CWJXUOC - Tempestade de areia
XJVSNAJ - Horário sempre à meia-noite
OFVIAC - Céu alaranjado das nove da noite
YSOHNUL - Tempo passa mais de pressa
PPGWJHT - O jogo fica mais rápido
LIYOAAY - O jogo fica mais lento
MUNASEF - Tudo em câmera lenta


Pedestres

AJLOJYQY - Pedestres se atacam com tacos de golf
FOOOXFT - Todo mundo armado
ASBHGRB - Todo mundo igual ao Elvis
BGLUAWML - Pedestres armados te atacam
CIKGCGX - Todos vestidos com roupa de praia
MROEMZH - Todos são membros de gangues
SJMAHPE - Recruta qualquer pedestre (com 9mm)
ZSOXFSQ - Recrutar qualquer pedestre (com Foguetes)


Tráfego

YLTEICZ - Motoristas agressivos no trânsito
LLQPFBN - Todos os carros ficam rosa
IOWDLAC - Todos os carros ficam negro
AFSNMSMW - Barcos voadores
BGKGTJH - Tráfego de veículos formado por carros lentos
GUSNHDE - Tráfego de veículos formado por carros rápidos
THGLOJ - Tráfego reduzido
FVTMNBZ - Tráfego formado apenas por veículos rurais
BSXSGGC - Os carros flutuam quando atingidos


Outros

ASNAEB - Limpa o nível de procura
OSRBLHH - Aumenta nível de procura da policia em duas estrelas
LJSPQK - Nível de procura máximo
AEZAKMI - Jogador nunca será procurado pela polícia
BAGOWPG - "Have a bounty on your head"
BIFBUZZ - Gangues controlam as ruas
AFPHULTL - Tema Ninja
PRIEBJ - Funhouse Theme
BEKKNQV - Atrair prostitutas
JCNRUAD - Smash não Boom
IOJUFZN - Tudo fora de ordem
BMTPWHR - Veículos e pedestres da área rural
 
Comentarios e Criticas:
 
Para quem gosta de carros, violencia, roubos, esquemas... Este é o jogo da sua vida. Um otimo game que marcou muitas vidas desde 2004, Incrivelmente sua venda no brsil é proibida, mas quem aqui numca jogou ou viu alguem jogar? Vale a pena ter um em casa, escritorio, banheiro... Tanto faz o lugar, mas vale a pena.

Tailer: